Porque decidi mudar?
- martapereirablog
- 30 de jan. de 2017
- 2 min de leitura
A vida é feita de fases entre elas as mais mencionadas, infância, adolescência e adulta mas, cada pessoa lida com quantas fases quiser na vida e neste momento estipulei para mim metas, que falarei noutro post, para 2017 e a maior delas todas é a mudança.
Porquê mudar? Sempre tive ideias fixas e sempre tive a mesma aparência. Eu sou muito fiel a mim mesma, eu dou a opinião que tenho em diversos assuntos, eu tentei amadurecer nos últimos anos e foi o melhor que me podia ter acontecido porém, há coisas que tenho que mudar entre elas começar a aceitar melhor, porque eu aceito com alguma dificuldade, críticas ou opiniões opostas. Tenho alguma dificuldade, por vezes, em ouvir algo que no fundo não quero ouvir e reagir 100% bem, eu acho que não devo ser a única. Sou muito boa ouvinte, adoro dar conselhos mas tenho que crescer para também ser um exemplo quando dou conselhos a alguém.
Porquê mudar fisicamente? Desde muito nova que não tenho medo de mudar mas, a grande marca é sem dúvida o cabelo comprido, forte, volumoso e chatinho de cuidar. A minha mãe decidiu que esse chatinho deveria tornar-se mais amigo e cortá-lo e desde então que sempre quis que o cabelo crescesse mas, cheguei a uma fase que basta de cabelo comprido, basta de cabelo sem corte e sem mais nenhuma história. Quero encerrar um ciclo, um ciclo que foi meu durante muitos anos e o cabelo volta a crescer por isso, não é algo que me possa arrepender e nunca mais voltar a ter. Talvez este ano ainda mude mais alguma coisinha mas isso fica o rumor apenas. Quanto ao frequentar o ginásio, também terá post, foi para me manter ativa, sou uma mulher com muita energia e preciso de a gastar e ao mesmo tempo posso fazer bem ao meu corpo. Nada destas mudanças tem a ver com sentir-me mal comigo mesma porque hoje sou uma mulher realizada e cheia de auto estima.
Todos devemos parar e pensar no que podemos melhorar, ninguém é perfeito e como humanos existe sempre algum apontamento que possa ser ajustado. Não é deixarmos de ser o que nós somos, porque não é um corte de cabelo, um gosto musical, o gostar mais de peixe do que carne que me define, são pequenas coisas que ajudam na construção do meu caráter, da pessoa que sou mas não podem julgar alguém pela aparência.




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